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Semeare na mídia

População engajada na campanha contra o abuso sexual
Campanha mobiliza sociedade contra abuso de crianças e pedofilia
Divulgação/Prefeitura de Paulínia
Palestras ajudam as pessoas a identificar e combater o abuso sexual de crianças e jovens
Com o slogan “Proteja Nossas Crianças e Adolescentes - Diga não à Violência”, a Prefeitura de Paulínia, por meio da Secretaria da Criança e do Adolescente (Seca), instituiu a Campanha de Prevenção e Combate à Violência contra crianças e adolescentes, com curso de capacitação, sobre abuso sexual e pedofilia e contou com a participação de 120 profissionais.

A Campanha atua na educação preventiva visando conscientizar, informar, sensibilizar e mobilizar toda população e reforçar a importância de prevenir e denunciar qualquer tipo de violência.

Responsável pela capacitação, realizada dia 18 de maio,  com 8 horas de duração, o consultor e perito da Assistência Social da Justiça, Josecler Alair de Oliveira, abordou de forma clara três temáticas: a primeira foi abuso sexual, perfil do abusador e como ele age. A segunda foi sobre o que é pedofilia, perfil do pedófilo e como age, e a terceira sobre os riscos da internet. Os participantes assistiram um filme seguido de debates.

O evento contou com a presença de conselheiros tutelares de 25 cidades do Estado de São Paulo, técnicos da Associação Criança Feliz, Casa Abrigo Caminho de Luz, professores de Escolas Municipais e Estaduais, representantes do CMDCA e da entidade “Semente de Luz”.

Na noite do dia 18, na Câmara de Paulínia, o consultor Josecler de Oliveira ministrou palestra para pais, educadores, presidentes de Bairros, representantes do CMDCA, vereadores e assessores da Câmara Municipal sobre abuso sexual e pedofilia alertando os participantes de como proteger nossas crianças e adolescentes.

A Campanha atuará com diversos instrumentos de intervenção tais como teatro, cine debate e palestras interativas, e pretende atuar em escolas, empresas, espaços públicos promovendo encontro de pais, crianças, adolescentes e educadores.

Dia 19 de maio - Educar para a Paz

A palestra “É possível educar para a paz num mundo tão violento?”, ministrada pela doutora Lídia Aratangy, reuniu entre outras autoridades o Promotor da Infância e Juventude de Paulínia, Danilo Roberto Mendes, memmbros do Conselho Tutelar, representantes do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente, pais, professores e técnicos da Associação Criança Feliz, da Casa Abrigo Caminho de Luz e da Casa do Menor.

Lídia Aratangy, em suas colocações comoveu a plateia ao explicar que a mudança tem que começar em nós, pois sem perceber na nossa convivência diária cometemos os mesmos deslizes que queremos combater. É na adolescência que se desenvolve plenamente a capacidade de raciocínio abstrato, e é esse o melhor momento para se firmar o compromisso com valores morais como a tolerância pelo diferente, o amor à justiça, o sentimento de solidariedade e a compaixão.

Violência Escolar - Bullying

A Organização não Governamental Internacional Plan que atua em 66 países em defesa dos direitos da criança e do adolescente entrevistou 12 mil estudantes brasileiros em seis estados e 70% afirmaram terem sido vítimas de violência escolar. Outros 84% desse total apontaram suas escolas como violentas.

A Campanha “Proteja Nossas Crianças e Adolescentes - Diga não à Violência” terá como foco a violência escolar, fenômeno definido pelo estudo como “atitudes agressivas, intencionais e repetidas que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais estudantes contra outro”.

A Campanha já atendeu em média 2.100 alunos das escolas estaduais (Dr. Francisco de Araújo Mascarenhas, José Paulino Nogueira - Núcleo e Padre Jose Narciso Vieira Ehrenberg) com palestras interativas na Câmara de Paulínia em vários horários. Outra escola que também vai aderir a Campanha é a Escola “General Porphyrio da Paz”.

A Campanha tem palestras com a pedagoga Carolina Giannoni Camargo, autora do livro “Brincadeiras que fazem chorar”, sobre bullying, e também terá outros instrumentos de intervenção como: teatro e cine debate, e vai atender crianças, adolescentes, pais e educadores.

Este ano a Campanha conta a participação do Ministério Público, Promotor da Infância e Juventude, Danilo Roberto Mendes, que vai ministrar palestras para os alunos das escolas envolvidas. Em linha com a sua política de atendimento, a Administração Municipal entende que prevenção e educação, mais que uma obrigação, é um compromisso desta gestão. E por meio da Secretaria da Criança e do Adolescente disponibiliza todos os recursos necessários para que eventos como esse aconteçam cumprindo sua missão, oferecendo um amplo projeto de educação continuada sobre os mais diversos temas de interesse público, para crianças, adolescentes e Famílias Paulinenses.

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Semeare


Palestras, Cursos e Projetos

contato.bullying@yahoo.com.br

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Efeitos do bullying


Quais efeitos do Bullying que devemos nos concentrar?
O bullying possui inúmeras conseqüências para os seus envolvidos. Podemos destacar três efeitos que consideramos importantes no que se refere ao combate a esta violência. São eles:
   
       Queda no Rendimento do Aluno e Abandono Escolar: 

A queda do rendimento escolar que, muitas vezes, leva ao abandono dos estudos é um efeito que envolve todos os participantes do bullying.
O autor busca o destaque entre os alunos e para isso utiliza de agressões físicas e psicológicas para conquistá-lo. Assim, a sua preocupação com as aulas, notas, atividades de classe, ficam em segundo plano.
O professor, ao conversar com este aluno sobre as suas notas, sem se dar conta do seu envolvimento com o bullying, acentua ainda mais as características do autor deste fenômeno – ser “do contra”, valentão, arrogante. Logo, desafiar o professor será mais um motivo para se destacar perante a turma.
O alvo de bullying, abalado psicologicamente por situações humilhantes, depreciativas e constrangedoras, não consegue concentrar-se diante as atividades a serem feitas e, muitas vezes, perde o interesse pela escola, pelos amigos e até mesmo pela própria vida.
Os espectadores, que são os que participam indiretamente dos casos de bullying, ficam divididos entre ajudar os colegas alvos e se aliar aos autores para não se tornarem a próxima vítima. Dessa forma, sentimentos como nervosismo, angústia, tristeza e medo surgem influenciando negativamente nas atividades escolares. Portanto, as seguintes conseqüências aparecem em todos os envolvidos com o bullying:
- Desinteresse pela escola ou por alguma disciplina oferecida
- Falta de vínculo afetivo com colegas
- Desconcentração nas atividades escolares.
- Desculpas para não ir à aula
- Abandono escolar 

 Agressão Moral 

 Ninguém passa pelo bullying sem sofrer algum tipo de conseqüência. Infelizmente, muitos dos envolvidos têm suas vidas marcadas pelos traumas gerados pelo fenômeno. Isso porque o bullying invade a vida da pessoa causando-lhe grandes sofrimentos psicológicos, e quando este não recebe uma ajuda adequada, as conseqüências podem ser irreversíveis:
      - Fobia Social
                  - Depressão
      - Autoestima baixa em excesso
      - Tristeza e angústia demasiada
      - Ansiedade
      - Pensamentos suicidas
      - Transtorno comportamental
      - Assassinatos
      - Suicídios
      - Arrogância extrema
      - Nervosismo constante   
O bullying pode mudar o destino, o rumo de uma vida. Ao olharmos os efeitos acima causados pela “agressão moral”, percebemos o quanto eles influenciam no futuro destes envolvidos, visto que os seus relacionamentos pessoais, profissionais e sociais ficarão visivelmente abalados.
     
       Criminalidade:

Pesquisas nos mostram que os envolvidos com o bullying, principalmente aqueles que participam desta violência como autores, tendem a apresentar comportamentos delinqüentes e envolvimento com a criminalidade, tais como:
      - Envolvimento com drogas lícitas e ilícitas;
      - Participação em gangues;
      - Comportamentos problemáticos e delinqüentes (depredação de patrimônios  públicos, históricos e culturais; desrespeito a todas as regras, etc.);
- Práticas de furto e roubo e outros.
Alessandro Costantini, pedagogo e psicólogo, nos mostra em uma pesquisa realizada na Itália que, 60% dos autores de bullying possuem ao menos um registro criminal antes de completar 24 anos de idade. Além disso, pensar na criminalidade como efeito do bullying nos faz refletir sobre o autor de bullying enquanto um ser social, que se constrói em meio à violência. Logo, as formas de resolução de conflitos, a relação existente entre ele e seus familiares, enfim, a maneira de se relacionar com o mundo será sempre através da agressividade.
Dessa forma, uma intervenção educativa na vida destas pessoas transforma as conseqüências negativas geradas por esta relação: bullying x criminalidade x sujeito.   
Por isso, combater o bullying é uma ação positiva que ultrapassa os muros da escola, favorecendo a qualidade do convívio social já que estas viverão em um lugar com menor índice de criminalidade.  
Esquema:
Trabalhar com os autores de bullying
               
Diminui o envolvimento deles com a criminalidade
 

Contribui para que, naquela realidade local, os crimes, os delitos diminuam


Favorecendo a qualidade do convívio social.
  

By Carolina Giannoni Camargo
direitos autorais / colocar referência ao copiar.

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Cemeobes

Matéria Retirada do site:

http://www.cemeobes.com.br/sobre-o-cemeobes/

"O Fenômeno Bullying é conceituado como sendo um conjunto de comportamentos agressivos, intencionais e repetitivos, adotados por um ou mais alunos contra um outro, em desvantagem de poder ou força física, sem motivação evidente, gerando sofrimentos, insegurança e desequilíbrio psicológico, com graves repercussões para a saúde mental e para o desenvolvimento biopsicossocial dos envolvidos.
Brasília é pioneira no enfrentamento do Bullying Escolar no Brasil. Em 2004, na capital do país, foi criado o CEMEOBES – Centro Multidisciplinar de Estudos e Orientação sobre o Bullying Escolar -, resultado dos esforços de psicólogos e pedagogos conscientes da relevância do tema. De 2005 em diante iniciou jornada de palestras, seminários e capacitações em vários estados brasileiros, firmou parceria com Sindicatos e Empresas que deram sustentabilidade ao projeto. Com a ajuda do Ministério Público da Paraíba, inseriu o tema Bullying Escolar no Disque 100 (disque denuncia).
Com recursos próprios e de colaboradores voluntários, o CEMEOBES, tem promovido em todo o Brasil palestras, seminários, Workshops, capacitação de profissionais de educação, capacitação de oficiais do Batalhão Escolar da Policia Militar de Brasília e outros estados da Federação, capacitação dos Conselheiros Tutelares, bem como de alunos em escolas públicas e privadas e de pais de alunos.
Destaca-se o trabalho conjunto de diversos profissionais brasileiros que se despertaram para o tema. Autores como José Augusto Pedra, Lélio Braga Calhau, Gabriel Chalita, Carolina Giannoni Camargo, dentre outros, estão construindo uma nova história. O Brasil agora toma consciência da gravidade do tema para o qual Brasília pioneiramente despertou.  Em 2009, foi lançada a “Primeira Campanha Nacional de Combate ao Bullying”, sob a coordenação do CEMEOBES-DF, mobilizando para isto o setor governamental, com apoio da Senadora Marisa Serrano e da Comissão de Educação do Senado.
Apresentou diversos projetos a Ministérios e Autarquias, sem êxito. No entanto, publicou-se material didático para profissionais, habilitando-os na identificação, no diagnóstico e no encaminhamento dos casos de Bullying. Com o olhar diferenciado elaborou material adequado onde os próprios envolvidos poderão se proteger. Nestes seis anos tem proposto ações preventivas integradas às áreas de Educação, Segurança, Saúde e Justiça. Em parceria com instituições privadas educacionais, formou turmas de pós-graduação e mestrado em Pedagogia e Psicanálise com ênfase no Bullying Escolar.
Com a conscientização do tema que foi promovida e pelos dados estatísticos que vem sendo apurado em todo o Brasil, e por tratar-se de epidemia psicossocial expansiva grave, inclusive com vítimas fatais (casos Power Point), o CEMEOBES apresentou junto ao Ministério da Justiça projeto de construção do “Observatório Nacional de Combate ao Bullying”, em Brasília, com apoio do CRP-DF – Conselho Regional de Psicologia e do CRP-PR, do SINEPE-DF – Sindicato das Escolas Particulares de Ensino do Distrito Federal, além de ações do Conselho Nacional de Justiça e demais setores envolvidos. Para 2011, estabeleceu metas com envolvimento direto do Congresso Nacional.
Estamos distantes de resolver o problema, que passa por questões ideológicas, educacionais, familiares, políticas, econômicas e sociais. A sociedade brasileira passa pela maior crise de identidade já estabelecida, com quase uma década de escândalos e a falta de exemplos na formação da cidadania, que estimulem nossos jovens ao engajamento cidadão e à pró-atividade. Acreditamos que a atual crise oferece a oportunidade de proporcionar as mudanças sonhadas por todo o nosso povo. Nossas crianças e nossos jovens precisam de novos exemplos de sucesso associado à ética e ao Bem-comum. Para isso precisamos nos engajar em uma mobilização de toda a sociedade, pois o problema do Bullying Escolar e de outras formas de violência só será resolvido com a participação de todos."

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Projeto contra violência em Paulínia

Carolina Giannoni Camargo e Aline Archangelo, da Semeare, participam da campanha em Paulínia. Parabéns a todos que participam, planejam e executam propostas como esta.

Carolina Giannoni Camargo, durante palestra para alunos.


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Palestra em Iracemápolis

Bom Dia, 

No dia 18 de maio de 2010 foi realizada uma palestra para aproximadamente 250 pessoas, no Clube de Lazer do Trabalhador, em Iracemápolis. 
A palestra fez parte da Semana Dona Mariazinha Pacheco e estavam presentes o prefeito, vice prefeito, diretor de ensino - o sr Zanardo, educadores, pais e alunos.
A Semeare agradece a recepetividade e parabeniza a cidade pelo trabalho realizado!


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"Rebelde" vai abordar bullying nesta quarta-feira

Redação SRZD | Televisão | 17/05/2011 18h01 http://www.sidneyrezende.com/noticia/131387+rebelde+vai+abordar+bullying+nesta+quarta+
 Foto: Record / Michel AngeloA novela "Rebelde", da "Record", vai abordar a temática do bullying no capítulo de quarta-feira. A vítima, no caso, será o personagem de Bernardo Falcone, o Téo. Sem óculos, o menino vai tropeçar e esbarrar em João (Michel Gomes), Paulo (Lucas Crisanti) e Saulo (Yago Lopes). Os garotos vão fazer piadas e empurrá-lo até que vicente (Eduardo Pires) apareça e diga que não quer saber de bullying na escola.

Veja a sinopse:
Sem óculos, Téo (Bernardo Falcone) anda pelo jardim do colégio Elite Way tropeçando. Ele esbarra em João (Michel Gomes), Paulo (Lucas Crisanti) e Saulo (Yago Lopes). João não perdoa, empurra Téo e pergunta se ele o está estranhando. Téo pede desculpas, mas João diz que ele não pode sair esbarrando nos outros dessa forma. O estudante confessa que não está enxergando direito e João diz, de forma grosseira, que isso não é problema dele. O irmão de Lupi (Rocco Pitanga) avança sobre Téo e acaba trombando em Paulo, que empurra o menino na direção de Saulo. Os três estudantes se divertem irritando e debochando de Téo, que pede para eles o deixarem passar. 
Sempre irônico e maldoso, João pergunta a Téo onde estão os amiguinhos dele para defendê-lo mas, no mesmo momento, Vicente (Eduardo Pires) aparece e pergunta a Téo se está tudo bem. O adolescente abaixa a cabeça e afirma que sim.Vicente encara os adolescentes e avisa que não quer saber de "bullying" na escola.
Durante o papo, Vicente vê Tomás (Chay Suede) passando por ali, faz sinal para ele e pede para o adolescente ajudar Téo a ir para o quarto dele . Tomás e Téo saem e Vicente chama os três para irem com ele até a sala de Jonas (Floriano Peixoto).

Foto: Record / Michel Angelo

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Os jovens sabem o que é bullying?

Jovens têm muitas dúvidas sobre 'bullying', diz Secretaria da Saúde 

Um estudo feito pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo sobre as dúvidas dos jovens, recebidas por meio de ligações para o Disque-Adolescente aponta que o bullying incomoda um em cada cinco adolescentes. O Disque-Adolescente é o serviço telefônico de orientação da Pasta. - De janeiro de 2008 a dezembro de 2010, esse serviço recebeu 1,7 mil telefonemas de jovens de 10 a 20 anos de idade. Das dúvidas classificadas como psicológicas, 20% eram sobre dificuldades de relacionamento na escola.
"O bullying, principalmente no ambiente escolar, é extremamente prejudicial ao desenvolvimento dos adolescentes, podendo inclusive criar traumas e problemas psicológicos graves que necessitem de acompanhamento médico", explica Albertina Duarte, coordenadora do Programa Saúde do Adolescente, da Secretaria.

De acordo com a coordenadora, dúvidas sobre contracepção correspondem a 33,2% do total de ligações, sendo que a maioria das chamadas foi para buscar esclarecimentos sobre o uso de anticoncepcional oral e de preservativos masculinos. Além disso, foram concedidas também orientações sobre temas como sexualidade (19,2%), dúvidas ginecológicas, obstétricas (21,2%) e urológicas (5,3%), dentre outras.

"Esses dados são referentes aos assuntos que motivaram a ligação dos adolescentes. No decorrer das conversas com nossos profissionais, porém, o tema bullying apareceu por muitas vezes como dúvida secundária, o que é uma clara demonstração de que este é um problema sério, que incomoda muito os jovens", reforça Albertina.

O Disque-Adolescente é uma iniciativa da Secretaria de Estado da Saúde e da Casa do Adolescente de Pinheiros. Uma equipe formada por médicos, psicólogos e assistentes sociais orienta os jovens por meio do telefone (11) 3819-2022 de segunda a sexta-feira, das 11 às 14 horas.

Fonte: http://www.dci.com.br/Jovens-tem-muitas-duvidas-sobre-bullying_-diz-Secretaria-da-Saude-8-373720.html

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Professor em Ação: O que fazer para acabar com o bullying?

Olá Amigos Professores!

Esta semana, estive conversando com vários professores que me pediram dicas práticas, para serem feitas no cotidiano escolar, sobre a prevenção ao bullying. Achei interessante postar algo aqui para vocês, aproveitem!

Enquanto professor, o que posso fazer para prevenir o bullying em minha sala de aula?
  • Explicar o que é bullying
  • Sugerir livros sobre o assunto como atividade de leitura
  • Esclarecer que práticas de bullying não são toleradas na escola
  • Estimular as denúncias
  • Mostrar importância quando surgir alguma dúvida, sugestão ou denúncia
  • Ser receptivo e verdadeiro para com os problemas apresentados pelos alunos
  • Valorizar comportamentos justos e morais (Ex. quando alguém assume um erro, é prestativo, etc...)
  • Agradecer quando alguém denuncia um caso e mostrar seriedade
  • Estimular os alunos a buscarem soluções para o bullying
  • Montar um projeto de bullying na escola
  • Deixar que os alunos criem regras para a classe em prol da melhoria nas relações de convívio
  • Informar-se sobre as características do fenômeno
  • Fazer atas e assembléias sobre assunto relevantes para os estudantes
  • Identificar possíveis alvos
  • Identificar possíveis autores de bullying
  • Estimular os espectadores a serem ativos no combate a violência 
  • Acompanhar atentamente e importar-se com o rendimento escolar de seu aluno
  • Estimular o relacionamento em grupo, quebrando sempre que possível as panelinhas (oportunidade para a integração de todos)
  • Assumir o papel de profissional de educação e todas as responsabilidade que a profissão demanda
  • Cobrar da escola um projeto de prevenção que envolva a capacitação dos educadores e o envolvimento dos pais no assunto. 

Lygia Fernanda com professora Marcela durante curso "Lidando com o bullying nos espaços escolares"

 Grande Abraço,
Carolina Giannoni Camargo

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Bullying incomoda um em cada cinco adolescentes

"Bullying incomoda um em cada cinco adolescentes

Das dúvidas psicológicas que chegam ao Disk-Adolescente da Secretaria, 20% são sobre problemas de relacionamento na escola.

Os adolescentes estão cada vez mais preocupados com bullying. É o que aponta o levantamento da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo sobre as dúvidas dos jovens, recebidas por meio de ligações para o Disque-Adolescente, serviço telefônico de orientação da pasta, entre janeiro de 2008 e dezembro de 2010.

Neste período, o serviço recebeu 1,7 mil telefonemas, de jovens de 10 a 20 anos de idade. Das dúvidas classificadas como psicológicas, 20% eram sobre dificuldades de relacionamento na escola.
O termo bullying tem origem na língua inglesa e se refere a todo e qualquer ato de violência psicológica ou física, cometido por um ou mais indivíduos contra outra pessoa, sem possibilidade de defesa, com a intenção de intimidá-la ou agredí-la.
“O bullying, principalmente no ambiente escolar, é extremamente prejudicial para o desenvolvimento dos adolescentes, podendo inclusive criar traumas e problemas psicológicos graves que necessitem de acompanhamento médico”, diz Albertina Duarte, coordenadora do Programa Saúde do Adolescente da Secretaria.
As dúvidas sobre anticoncepção também são frequentes, respondendo por 33,2% do total de ligações, sendo que a maioria das chamadas foi para buscar esclarecimentos sobre o uso de anticoncepcional oral e preservativos masculinos. Além disso, foram concedidas também orientações sobre temas como sexualidade (19,2%), dúvidas ginecológicas, obstétricas (21,2%) e urológicas (5,3%), dentre outras.
“Esses dados são referentes aos assuntos que motivaram a ligação dos adolescentes. Porém, no decorrer das conversas com nossos profissionais, o tema bullying apareceu por muitas vezes como dúvida secundária, o que é uma clara demonstração de que este é um problema sério, que incomodam muito os jovens”, diz Albertina.
O Disque Adolescente é uma iniciativa da Secretaria de Estado da Saúde e da Casa do Adolescente de Pinheiros. Uma equipe formada por médicos, psicólogos e assistentes sociais atende jovens que ligam em busca de algum tipo de orientação, por meio do telefone (11) 3819-2022. O horário de funcionamento é de segunda à sexta-feira, das 11h às 14h."

Fonte:http://bagarai.com.br/bullying-incomoda-um-em-cada-cinco-adolescentes.html

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Quais os motivos para o bullying ocorrer?

O QUE LEVA OS JOVENS A PRATICAREM A VIOLÊNCIA CONTRA OUTROS JOVENS?
Por Carolina Giannoni Camargo

Não é apenas um único caminho que leva uma criança a se transformar em autor de bullying. Transtornos comportamentais, portadores de psicose e, na maioria dos casos, crianças vítimas de uma má educação – permissiva ou agressiva em excesso – são levados a se construírem como agentes dessa violência.

O que leva estas crianças a escolherem outras para praticarem o bullying são as características do alvo.

O autor de bullying, antes de escolher alguém para praticar as agressões, observa as características internas de determinada pessoa, verificando se esta possui bastante timidez, poucos amigos, dificuldade de se expressar e a auto-estima baixa.

Os alvos podem possuir estas características de maneira permanente (quando fazem parte de seu temperamento) ou de forma temporária (devido a acontecimentos momentâneos: separação dos pais, perda de um ente querido, mudança para uma nova escola).

O autor de bullying, diferente do que muitos pensam, percebe estas características e faz da criança seu alvo, antes mesmo de olhar para as características externas. Ou seja, uma criança que possua “5 braços” – ilustrando ludicamente – jamais será alvo de bullying se possuir amigos que o ajudem a se defender, se for comunicativo e expressar logo a um adulto o seu sofrimento e se possuir uma boa auto estima.           

Podem copiar, mas não esqueçam de colocar a referência:
"Camargo, Carolina Giannoni. O que leva os jovens a praticarem a violência contra outro jovem? Em: . Acessado em: dia de acesso."

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Bullying em distrito de Mogi das Cruzes

Pais denunciam caso de bullying
As mudanças no comportamento do estudante foram os princípios indícios de que algo estava errado
Cleber Lazo - Da reportagem local
Guilherme Bertti

Pais denunciaram caso na escola do Estado em César de Souza; o filho está relutando em ir às aulas
Os pais de um estudante de apenas 10 anos denunciam que a criança sofre bullying dos alunos mais velhos na Escola Estadual Doutor Rubens Mercadante de Lima, em César de Souza. Desde o início do ano letivo, o garoto já foi agredido duas vezes de forma grave. Na última, bateu a cabeça depois de ser empurrado.
O menino se recusa a ir para a escola com medo de novos atos de violência. Os pais comunicaram o caso à direção da escola e à Diretoria Regional de Ensino, mas nenhuma providência foi tomada. As agressões ocorrem dentro do banheiro.
A mãe da vítima, Elaine Cristina de Oliveira, 29 anos, disse que o filho estudou durante os últimos anos em uma escola municipal e em 2011, quando passou para a 5ª série, foi transferido à instituição de ensino que iria se transformar no palco de mais um caso de bullying. "Ele estranhou a mudança, mas como alguns amigos dele também foram para lá, não nos preocupamos com a adaptação, até os problemas começarem", disse.
As mudanças no comportamento do estudante foram os princípios indícios de que algo estava errado. "Ele passou a reclamar das brincadeiras que aconteciam no banheiro. Dias depois apareceram as primeiras lesões no peito", disse a mãe. Os ferimentos tiveram origem porque os alunos da 7ª série, mais velhos que a vítima, apertavam o peito do aluno, imitando os personagens do programa Pânico na TV, da Rede TV!.
Com o aparecimento dos machucados, que tiveram como saldo uma grave inflamação, os pais procuraram a diretoria da escola. "Conversamos com eles e a promessa foi que o caso seria analisado e os agressores repreendidos, porém, os dias passaram e meu filho continuou sendo alvo dessas brincadeiras violentas", lembrou Elaine.
A segunda agressão grave, o empurrão e a lesão na cabeça, levaram os pais a procurarem a Diretoria de Ensino. "Fomos pedir a transferência para qualquer escola da cidade e a resposta foi que não havia vaga", contou a mãe da vítima. A situação preocupa os pais do aluno, que passaram a monitorá-lo ainda mais. "O medo de ir para escola é constante, porque as brincadeiras no banheiro continuam. Orientamos para ele ficar sempre próximo de um professor ou funcionário da escola e tentamos convencê-lo a ir às aulas, porém, não é fácil", descreveu Elaine. Ela contou que mesmo com os problemas, as notas do garoto continuam altas.
A Secretaria de Estado da Educação informou que a direção da escola por diversas vezes tentou reunir-se com os responsáveis, porém, somente na última quinta-feira foi procurada pelo pai do estudante. Após relatar o ocorrido, ele solicitou a transferência. Enquanto a direção providenciava, o pai desistiu do pedido. Uma equipe da diretoria regional enviará na próxima segunda-feira um supervisor até a escola a fim de reunir-se com os alunos envolvidos e funcionários para apurar o caso e tomar providências.


http://www.moginews.com.br/materias/matimp.aspx?idmat=92392

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Marcos Rolim fala sobre bullying

Lideranças definem ações para prevenir violência escolar

Data:05/05/2011 - 09:03

Cidade:Regional



Os conflitos, as inquietudes e os medos enfrentados pelos jovens no âmbito escolar foram debatidos ontem em um encontro no Galpão Crioulo do Palácio Piratini. Representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de acadêmicos e representantes de movimentos sociais, participaram do Governo Escuta, nome dado ao fórum, que, segundo o governador Tarso Genro, tem o objetivo de elaborar políticas públicas para o enfrentamento de problemas sociais. Neste encontro, o debate foi voltado à violência na escola.
A Secretaria da Educação (Seduc), através de seu titular, José Clóvis de Azevedo, destacou que a tarefa da pasta é fazer com que a comunidade escolar se mantenha articulada com a sociedade. "Juntamente com as instituições e as coordenadorias de ensino, estamos construindo comitês para articular projetos e mecanismos de coibir a violência em suas diferentes formas", explicou Azevedo.
O pesquisador e consultor da Unesco Marcos Rolim apresentou ao governo os principais desafios referentes ao bullying. Ele destacou que algumas pessoas estão banalizando o termo. "É bom definirmos que o bullying é um conjunto de agressões, intencionais e repetitivas, entre pares, marcadas por um desequilíbrio de poder muito comum nas escolas, causando angústia e sofrimento", resumiu.
A palavra é de origem inglesa, bully, que significa valentão. Esta prática, que muitas vezes não é conhecida ou revelada por quem sofre, vem sendo acompanhada por pesquisadores, com o objetivo de formular planos preventivos para que novas agressões não ocorram. Frequentemente, crianças e adolescentes vítimas de bullying acabam cometendo suicídio. Agressões físicas, insultos, intimidações, apelidos cruéis, acusações injustas, furtos, roubos, exclusão, isolamento e, mais recentemente, o cyberbullying, são algumas formas utilizadas pelos jovens na prática deste tipo de violência.
Rolim lembra que o fenômeno é universal e está presente em todas as escolas. "O problema enfrentado, na busca da solução, é que as pessoas se calam diante da intimidação. Parte das vítimas se torna autor, formando um ciclo de violência que se autorrealimenta", argumentou o pesquisador.
Em sua grande parte, o abuso se dá de forma física em meninos, e da maledicência em meninas. De acordo com Rolim, um levantamento apontou que em torno de 34% dos meninos e 27% das meninas sofrem algum tipo de bullying, esta uma média mundial. No Brasil, uma pesquisa feita pela Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência (Abrapia) indicou que, num universo de 5.875 entrevistados, 40,5% sofriam alguma agressão. O diretor da escola Padre Réus, Rui Guimarães, o coordenador-executivo da Central Única das Favelas no Rio Grande do Sul (Cufa/RS), Manoel Soares, e o professor da Ufrgs José Vicente Tavares também apresentaram suas reflexões.
Tarso concluiu a apresentação do Governo Escuta ressaltando a participação de diversos segmentos da sociedade na concepção de um trabalho preventivo. "Estamos todos juntos desenhando um programa de trabalho, que visa à prevenção e à reeducação nas escolas do Estado", disse. Uma campanha publicitária, que, de acordo com Tarso, não deve ficar apenas na mídia, deverá ser lançada no segundo semestre. "Foi um desejo meu que a primeira campanha publicitária (da gestão) fosse focada na educação e em suas diferentes vertentes", concluiu.
Fonte: Deivison Ávila/J. do Comércio

Parabéns Marcos Rolim,
o bullying não deve ser banalizado, relembrou as características do bullying muito bem! Bom trabalho.

Carolina Giannoni Camargo 

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Casey e Justin

Justin Bieber se apresenta com vítima de bullying

FAMOSIDADES

Justin Bieber não para de surpreender os fãs. O cantor convidou o estudante australiano Casey Heynes para subir ao palco durante um show em Melbourne, na Austrália.

O menino ficou famoso na internet graças a um vídeo em que aparece se defendendo do bullying escolar. Conhecido como "Zangief Kid"  (menção a um personagem do jogo "Street Fighter"), Casey Heynes virou o herói de muita gente. E como Bieber é totalmente contra o bullying, chamou o garoto para se apresentar com ele antes da música "Never Say Never".
"Quero todo mundo aplaudindo este garoto. Só quero dizer que ele é muito inspirador. Ele mostrou para outras pessoas que elas deveriam defender o que acreditam", declarou o astro teen para o público.
Logo depois do show, Justin Bieber continuou elogiando Heynes. "Um garoto que soube se defender do bullying. Um herói da vida real. Encontramos Casey e sua família e trouxemos todos de avião para o show. Obrigado, Casey", escreveu o cantor em seu Twitter.

FAMOSIDADES
Por FAMOSIDADES

Assista ao vídeo:



Lembrando que a melhor maneira de resolver um conflito não começa por meio da violência, antes peçam ajuda! 
Carolina.
contato.bullying@yahoo.com.br 

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O Blog foi indicado!

Olá pessoal,

O Blog Bully No Bullying foi indicado ao prêmio TopBlog2011.
A partir de 20 de maio, vote! e ajude a divulgar ainda mais as maneiras de prevenção e combate ao bullying!

Obrigada

Carolina Giannoni Camargo.


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